Bárbara foi denunciada pelo próprio pai Dióscoro ao prefeito Martiniano que a mandou para tortura numa tentativa de a fazer renunciar sua fé, fato que não aconteceu. Bárbara foi conduzida para fora da cidade onde o seu próprio pai a executou, degolando-a. Quando a cabeça de Bárbara rolou pelo chão, um imenso trovão estrondou pelos ares fazendo tremer os céus. Um relâmpago flamejou pelos ares e atravessando o céu fez cair por terra o corpo sem vida de Dióscoro. Por este motivo, é invocada como protetora por ocasião de tempestades, raios e trovões.